Produtos financeiros são como os produtos que a sua empresa vende. Ou seja, que só vão funcionar para os clientes que realmente precisam dele. Todo cliente da sua empresa sempre irá se perguntar se realmente tem aquela demanda e se o custo que está sendo cobrando faz sentido. A grande verdade é que não existe um único produto financeiro que resolva todas as dores que sua empresa possuí, então a decisão mais acertada é a de escolher o melhor mix de produtos disponíveis no mercado.

É comum, porém, existirem dúvidas durante a escolha de um produto financeiro, como por exemplo: como calcular o custo efetivo de um produto? Como saber se um determinado produto que você usa é mais caro do que um produto novo que estão oferecendo? O que entra na conta? Só os custos diretos ou os custos indiretos também? Dentre outras perguntas, que veremos na sequência.

Primeira pergunta: esse produto foi criado pensando no meu problema, ou eu estou tendo que me adaptar a ele?

Parece simples responder essa pergunta, mas na prática não é bem assim. Muitas vezes por hábito ou praticidade, acabamos utilizando um produto de prateleira, aquele tradicional, que já existe dentro dos bancos ou instituições financeiras há muito tempo. Como o banco já possui um relacionamento com a indústria (conta corrente, folha de pagamentos, boleto/cobrança etc.) eles acabam “envelopando” um produto para eles, que nem sempre é o mais barato ou o mais útil.

Um exemplo disso é o capital de giro, que é um dos produtos mais comuns atualmente no mercado. Ao financiar seu capital de giro, você passa a ter caixa disponível para lidar com a diferença entre os prazos que você paga para seus fornecedores e os prazos nos quais você recebe dos seus clientes. Principalmente empresas médias e pequenas, costumam ser sempre apertadas nesses prazos, pois caso tenham um fornecedor grande, este vai sempre querer receber no menor prazo possível, enquanto seus clientes, quanto maior forem, mais prazo irão desejar para pagar.

O problema, porém, é que você, como empresa, cria uma dívida contra o banco, para financiar essa diferença entre o tempo que você recebe e o tempo que precisa pagar seus compromissos. Ou seja, você corre todo o risco financeiro num caso de calote ou atraso no pagamento por parte do seu cliente. Com isso, não apenas você continua tendo que pagar seus fornecedores como de costume, mas terá que assumir os juros do financiamento realizado com o banco.  O risco, na prática, é do seu cliente, e você que acaba sendo penalizado por isso. O impacto dessa situação é clara: as indústrias acabam sendo extremamente conservadoras quando o assunto é correr risco de pagamento dos seus clientes, por receio de acabarem assumindo mais uma dívida, ao invés de uma solução financeira.

Nesses casos a linha de capital de giro ajuda, mas ela não soluciona o principal problema, que é o de a empresa precisar se financiar e acabar ficando exposta a situações como calote e / ou atrasos de clientes que fariam com que a dívida contra o banco recaísse sobre o estabelecimento que tomou a linha, independentemente de ter recebido o valor das vendas, ou não. Além disso, existe ainda o fator de que dificilmente uma linha de capital de giro irá aumentar na mesma proporção no caso de um aumento no potencial de vendas, limitando muito a efetividade desse produto oferecido pelos bancos.

Segunda pergunta: estou pagando um custo justo por esse produto?

O custo efetivo de um produto financeiro não é somente a taxa apresentada/negociada. Outro aspecto importante são os custos indiretos. Quão burocrático é o uso desse produto? Você gasta muito tempo para utilizar? Tem que enviar muita documentação? A aprovação demora? O que você está tendo que mudar na estrutura da sua empresa para se adequar a esse produto? Existe alguma taxa ou tarifa escondida?

Além disso, produtos bancários tendem a criar o famoso “endividamento bancário”, ou seja, uma obrigação dentro dos seus demonstrativos financeiros. Quanto mais endividado você está, mais % do seu caixa que vai para pagar essas obrigações. Ter endividamento faz parte do crescimento da maior parte das empresas, mas é importante balancear bem essa obrigação. E não tem segredo, quanto mais endividado você fica, mais caros vão ficando os produtos financeiros, pois sua operação vai ficando mais arriscada.

O aspecto, porém, mais importante deveria ser: esse custo que estou pagando reflete o risco real da minha operação? E em muitos casos as empresas se veem em situações nas quais esse custo não é compatível, ou condizente com a sua operação, fazendo com que muitas vezes se pague um preço injusto pelo produto adquirido.

Por conta disso, nós da Effici, criamos um produto que se adapta e avalia cada cliente individualmente, visando sempre entregar a melhor e mais personalizada solução disponível, visando entender o momento e a necessidade de cada estabelecimento.

Nosso produto impacta positivamente áreas extremamente importantes dentro de uma indústria: comercial, financeiro e tecnologia. Através do meio de pagamento da Effici, os clientes das indústrias vão ter acesso a um limite adicional para fazer suas compras com mais opções de prazo para pagar. Tudo isso de uma forma integrada aos processos e à tecnologia que a indústria já usa.

A indústria vende mais e com menos risco, já que todas operações feitas nesse meio de pagamento são de responsabilidade da Effici. Isso significa que as vendas aumentam, sem o risco de não receber e sem aumentar o endividamento bancário.

Mais vendas, menos risco, mais liquidez. Tudo integrado. A indústria consegue focar naquilo que ela é boa: relacionamento, entrega, pós-venda e a operação de crédito fica com a Effici. Esse é o nosso negócio.

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