O Brasil é um dos países com a maior concentração bancária no mundo. Em 2018, os cinco maiores bancos do país concentravam 81,2% do mercado brasileiro.

Com isso em mente, nasceram as fintechs (junção das palavras “fin” que remete a produtos financeiros com “tech” que remete à tecnologia), empresas normalmente criadas por ex-executivos de grandes bancos, que entenderam que os produtos bancários podem e devem ser mais simples, menos burocráticos e mais customizados para cada tipo de cliente.

As fintechs conseguem, na média, ser mais baratas e mais flexíveis do que os bancos, tanto por possuírem estruturas de tomada de decisão muito ágeis e desburocratizadas, quanto pelo alto investimento que fazem em tecnologia, possibilitando que muitos de seus processos sejam feitos de forma automatizada.

As soluções das fintechs costumam, também, ser mais customizadas para as necessidades dos seus clientes. Diferente de grandes bancos, que criam um produto e os seus clientes precisam se adequar a como ele funciona, as fintechs conseguem adequar os produtos para nichos e necessidades diferentes de seus clientes.

Em resumo, o objetivo das fintechs é proporcionar um serviço mais ágil, customizado e personalizado, focando em entregar um produto de alta qualidade, no qual ela é especialista, ao invés de possuir diversos produtos padrões e que não atendem a necessidades individuais de seus clientes.

Sou dono ou funcionário de uma indústria e/ou uma distribuidora e nunca ouvi falar de uma fintech que me atende

Infelizmente isso é verdade. A maior parte das fintechs foram criadas para resolver problemas de pessoas físicas (conta corrente digital, cartão de crédito pessoal, organização de finanças pessoais etc.).

Para as indústrias ainda existem poucas soluções diferentes das tradicionais dos bancos. O principal motivo para que isso ocorra é o fato de as indústrias serem muito diferentes entre si, tendo demandas muito específicas para seu tipo de negócio. Além disso, o processo de tomada de decisão dentro de uma indústria costuma ser mais lento do que o processo de tomada de decisão de uma pessoa física.

Porém, um problema que atinge todas as indústrias, independente de setor ou tamanho, é a dificuldade de expandir a oferta de crédito para pagamentos a prazo de seus clientes. As indústrias já utilizam linhas tradicionais para financiar essa parte do seu capital de giro, mas aumentar essa oferta é sempre desafiador, pois quanto mais você está alavancado com um banco, mais arriscada e desafiadora está sua operação. Isso sem falar do risco de inadimplência ao oferecer mais crédito aos seus clientes.

As indústrias não são bancos e nem deveriam ter um departamento de crédito robusto apenas para expandir suas vendas, seja com clientes existentes, ou novos.

Foi pensando nisso que a Effici montou uma equipe com muita experiência em produtos financeiros e criou um produto que impacta positivamente áreas extremamente importantes dentro de uma indústria: comercial, financeiro e tecnologia. Através do meio de pagamento da Effici, os clientes das indústrias vão ter acesso a um limite adicional para fazer suas compras com mais opções de prazo para pagar. Tudo isso de uma forma integrada aos processos e à tecnologia que a indústria já usa.

A indústria vende mais e com menos risco, já que todas operações feitas nesse meio de pagamento são de responsabilidade da Effici. Isso significa que as vendas aumentam, sem o risco de não receber e sem aumentar o endividamento bancário.

Mais vendas, menos risco, mais liquidez. Tudo integrado. A indústria consegue focar naquilo que ela é boa: relacionamento, entrega, pós-venda e a operação de crédito fica com a Effici. Esse é o nosso negócio.

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